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Os órgãos dos sentidos

Os órgãos dos sentidos

O
sistema nervoso entra em contacto com a ambiente interno e externo através dos
receptores. Cada receptor é adaptado
para responder a uma diferente de energia.


Espalhados
pala pele, encontra-se receptores do frio, calor, dor, pressões leves, etc.
Concentrados na língua, estão os corpúsculos gustativos, responsável pelas
sensações gustativas. 

Na parte superior, interior, do nariz estão as membranas
olfactivas, responsável pelo olfacto.
     
O olho dos vertebrados
Nos
primatas e no homem, os olhos estão na frente da cabeça e cada olho abrange um
campo quase igual do outro.
Ao
examinar as partes de um olho humano, pode-se que é coberto por uma camada
protectora de tecido conjuntivo fibroso, a
esclerótica,
ou “branco do olho”.
A
esclerótica é transparente na parte anterior do olho, formando a córnea. Mais internamente situa-se a
coroide, contendo vasos sanguíneos e melanina. A melanina pode ser vista na
parte anterior da coroide, a íris e é responsável pela cor dos olhos.
A
quantidade de pigmentos e sua disposição na íris fornece as diferentes
tonalidades de cores.
A
melanina transforma o olho uma câmara escura, evitando reflexos de luz que
poderiam prejudicar a formação de uma nítida.

No
centro da íris existe uma abertura, a pulila,
por onde entra a luz e é controlada através da concentração da pupila.

 A luz chega aos olhos sofrem refracção ao
passar pela córnea, por um liquido claro, o
humor aduloso
, por uma lente gelatinosa, o cristalino, e pelo humor um liquido, Viscoso. Este conjunto funciona como um sistema de lentes
convergentes, formando uma imagem parte sensível do olho, a retina.



Transmissão do impulso nervoso


Voce viveu sempre com a duvida sobre como são transmitidos os impulsos nervosos, confira agora e já.


Os neurônios que captam estímulos do ambiente e os transformam em impulsos nervosos levam esses impulsos aos neurônios do cérebro ou da medula.
O ponto de contacto entre dois neurônios é chamado sinapse e é quase sempre formado pela união entre os axônios de neurônios e as dendrites do outro.
Enquanto a transmissão do impulso nervoso de um neurônio ocorre graças a um fenômeno eléctrico, a transmissão entre dois neurônios efectua-se através de substâncias químicas.
Nos animais, os estímulos do ambiente são captados por órgãos sensoriais, como o olho e o ouvido. Nesses órgãos, encontram-se dendrites de neurônios especiais, os neurônios sensitivos, encarregados de receber os estímulos e transforma-los em impulsos nervosos.
Entretanto, apenas captar estímulos não é suficiente. Os organismos devem ser capazes também de emitir alguma resposta ao estímulo.

 Para que isso ocorra, o neurônio sensitivo deve levar o impulso ate ao centro de associação, o cérebro a medula, por exemplo, é passa-lo a outro neurônio, o neurônio – motor.
Esse põe sua vez, terá como função levar a resposta ate um órgão efector, um músculo ou uma glândula.
Um exemplo bem conhecido pode mostrar a ligação entre os dois tipos de neurônios. Geralmente, para testar os nossos reflexos, dá-se uma pequena batida com um martelinho de borracha logo abaixo do joelho.
Essa pancada estica o músculo e estimula as terminações nervosas que levam o impulso ate a medula. Lá o impulso passa para o neurônio motor, que leva novamente para o músculo, fazendo como que este contraia.
 A contração do músculo provoca na perna um movimento semelhante ao de um pontapé.
Este encadeamento de neurônio é conhecido como arco reflexo e o tipo de resposta automático e involuntária é chamada acto reflexo


Outros exemplos de acto reflexos são a contramão, da pupila, o espirro ou a tosse quando um objecto estranho penetra nas vias aéreas e a secreção da saliva quando provamos um alimento.


Ente o neurônio sensorial e o motor, quase sempre há vários neurônios, situados na medula ou no cérebro. Esses neurônios são chamados neurônios de associação.

Durante a vida os animais adquirem noivos reflexos, chamados reflexos condicionados.

 Estes reflexos foram estudados pela primeira vez pelo fisiologista russo IVAN PAVLOV (1849 – 1936), no inicio do século XX.

PAVLOV observou inicialmente que, ao colocar um pedaço de carne na boca de um cão, havia um aumento autómato na produção de saliva (reflexo inato).

Observou depois que o som de uma campainha não tinha nenhum efeito sobre a salivação. 


Entretanto, quando fez suor uma campainha imediatamente antes de fornecer comida a um cão e repetiu este facto varias vezes, o cão passou a salvar sempre que ouvia a campainha.



Conclui assim que a associação de dois estímulos (no caso, comida e som) pode estabelecer uma relação nova, aprendia, que não fazia parte do reportório do organismo, que chamou resposta ou reflexo condicionado.

Bibliografia:

AIRES,
M.M. Fisiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.

CARLSON,
N.R. Fisiologia do comportamento. 7ª ed. São Paulo: Manole, 2002.

CURI,
R.; PROCOPIO, J. Fisiologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.

KANDEL, E.R.; SCHWARTZ, J.H. ; JESSELL, T.M.  Princípios
da neurociência. 4ª ed. São Paulo: Manole, 2003.

BAIXE TAMBEM:  Definição da bioética

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